Guandalini Posicionamento

ReachView 3 – do início ao fim

ReachView 3

Repetimos inúmeras vezes aqui no blog, mas também nas redes sociais sobre o ReachView 3. Mas afinal, o que é esse app?

Iremos fazer um mini manual para você, melhor dizendo, um ReachView 3 – do início ao fim.

E para acompanhar junto com a gente, basta você tê-lo instalado no seu celular. Isso significa que o aplicativo está disponível para download na App Store ou no Google Play e pronto para o trabalho.

Vamos ver juntos o que está dentro deste incrível aplicativo!

 

Sistemas de Coordenadas a Bordo

O suporte do sistema de coordenadas está finalmente aqui com mais de mil sistemas de coordenadas disponíveis. Não há mais necessidade de software de terceiros para transformação! Crie um projeto de pesquisa com o ReachView 3 em seu dispositivo iOS/Android e você estará pronto para a pesquisa RTK.

A seleção é baseada nos registros EPSG e IGN e suporta milhares de diferentes sistemas de coordenadas em todo o mundo.

Coordenar sistemas no ReachView 3
Coordenar sistemas no ReachView 3

O ReachView 3 tem suporte integrado para transformações de grade e geóide. Escolha o sistema de coordenadas apropriado e o aplicativo solicitará que você baixe todos os arquivos adicionais necessários. Atualmente, o aplicativo suporta EGM2008 e muitos outros datums verticais locais em todo o mundo.

Download do geóide
Download do geóide

Com o suporte de sistema de coordenadas vem o suporte para diferentes unidades de medida. As configurações de altura do poste e as distâncias de implantação funcionarão automaticamente em pés ou metros, dependendo do sistema de coordenadas do seu projeto. Vá para o Emlid Docs para ver a lista de países que já estão cobertos.

 

Nova interface permite lidar com projetos complexos

Você pode confiar no ReachView 3 ao gerenciar um projeto com milhares de pontos em movimento. A nova interface do ReachView 3 permite uma navegação suave dentro do aplicativo, independentemente da complexidade do seu projeto. Ou seja, chega de travar durante sua análise superficial de como está o projeto durante a coleta. 

Projetos de grande porte
Projetos de grande porte

As ferramentas de coleta de pontos e piquetagem agora são ainda mais convenientes de usar. Para coleta de pontos, adicionamos campos de média de tempo, nomeação automática e descrição.

Coletando pontos
Acumule pontos sem sair do mapa

Durante a coleta de pontos no ReachView 3, agora você pode mover o mapa livremente. Basta usar as opções “Zoom in”, “Zoom out” e “Ajustar ao mapa” para uma avaliação mais rápida da pesquisa.

 

Os dados da pesquisa são armazenados em seu dispositivo móvel

Todos os dados da pesquisa agora são armazenados no dispositivo móvel com o qual você trabalha, para que você possa acessá-los a qualquer momento sem se conectar aos seus receptores.

Importe e exporte dados coletados usando Dropbox, Drive, Mail ou qualquer outro aplicativo de compartilhamento de arquivos em seu telefone. A exportação de CSV já está disponível com mais opções em breve.

Importar pontos
Importe facilmente pontos do seu dispositivo iOS ou Android
Exportar para outro aplicativo
Exporte para o Google Drive, Dropbox, Mail ou qualquer outro aplicativo

A configuração da altura da antena nas configurações do projeto. Basta inserir a altura do bastão – o resto será feito pelo ReachView 3. O aplicativo levará automaticamente em consideração a altura do adaptador de rosca e a distância até o ponto de referência da antena do receptor.

Configurando a altura da antena
Configure a altura da antena com facilidade
 

Conexão e configuração mais fáceis

Acessar o Reach ficou muito mais fácil. Eliminando as etapas complicadas de escanear o receptor disponível e conectar-se a ele. Quando o receptor e o dispositivo móvel estiverem na mesma rede, o ReachView 3 se conectará automaticamente. Se houver mais de um receptor, o ReachView 3 os mostrará na lista.

Conectando-se ao Alcance
O aplicativo se conecta automaticamente ao único Reach na rede

Com o ReachView 3, a barra de status é globalmente visível. Status da solução do receptor, carga da bateria, número de satélites visualizados, tipo de conexão com a Internet – todas as informações estarão disponíveis em todo o aplicativo.

 

Perfis de entrada de correção adicionados

Mantenha todas as contas dos serviços NTRIP em um só lugar e alterne entre elas sem esforço, não importa quantas delas você tenha. Todas as credenciais são armazenadas dentro do ReachView 3. Você pode definir as mesmas configurações de entrada de correção para várias unidades Reach depois de inserir as credenciais apenas uma vez.

Perfis NTRIP

Viu? Facilidade e conectividade com seu equipamento diretamente pelo seu celular, sem a necessidade de ficar carregando uma controladora pesada para todos os cantos. 

Quer começar a sair em campo só com o RTK e seu celular? 

Adquira já o seu EMLID conosco!

NTRIP Caster ou NTRIP Service: Qual devo escolher?

Ntrip Caster

NTRIP é um protocolo usado para transmitir correções de uma base para um rover. Os topógrafos e geomensores que utilizam RTK’s,  geralmente adotam essa tecnologia para seu trabalho diário. Existem dois tipos de serviços que levam “NTRIP” em seus nomes: NTRIP Caster e NTRIP Service. Eles podem parecer semelhantes, mas são totalmente diferentes, e o que você usará no seu dia de campo dependerá da sua tarefa. 

Tentaremos resumir e esclarecer as principais funções de ambos, suas vantagens e limitações. 

Ntrip Caster: Base + Rover

O Emlid Caster funciona como uma ligação invisível que fornece correções via Internet. A função principal do NTRIP Caster é receber dados RTK de sua base e passá-los para seu rover.  

Esta é uma maneira perfeita de trabalhar para aqueles que possuem 2 unidades de RTK. um para a base e o outro como rover. Você pode configurar uma base em um ponto conhecido e trabalhar independentemente com vários outros RTK’s como rovers. Todos os seus dispositivos devem ser compatíveis e ter uma conexão com a Internet. Você não terá despesas adicionais se possuir os RTK’s EMLID, pois não há custos de assinatura – o Emlid Caster é gratuito e funciona em todo o mundo. 

Ntrip Caster

E agora a EMLID expandiu o número de pontos de conexões rover que você poderá utilizar na sua coleta. 

Agora cada usuário tem cinco pontos de montagem gerados automaticamente e prontos para serem usados. Agora a capacidade de conectar rovers a sua base é de até dez rovers ao mesmo tempo. É um recurso muito útil para quem tem várias estações base ou muitos equipamentos.

A interface do Emlid Caster também foi atualizada. Permite habilitar ou desabilitar cada ponto de montagem e alterar as senhas dos pontos. 

Ntrip Caster

Você também pode encontrar uma nova seção no app: “Meus Rovers”.

Ela exibe as credenciais que você precisa inserir em um rover para se conectar a qualquer ponto de montagem. O status online/offline mostra quantos receptores estão conectados no momento.

Ntrip Caster

Ntrip Service: Rover+Sinal

O Serviço NTRIP permite “alugar” a base de terceiros mais próxima. Nesse caso, você não precisa de sua própria estação base. Um rover e uma conexão com a Internet são suficientes para iniciar o levantamento. 

Além disso, é necessário obter uma assinatura do Serviço NTRIP. O custo e a área de cobertura dependem do provedor de serviços específico. Além disso, não há cobertura global. Você precisa procurar um provedor que funcione em seu país.

A melhor opção para quem deseja obter somente uma unidade de RTK e ter toda a mobilidade de simplesmente chegar ao local e já iniciar a coleta. Sem a necessidade de estacionar uma base, mantê-la carregada e conectada. 

Ntrip Service

BEM VINDOS AO EMLID STUDIO

Emlid Studio

Ótimas notícias para o mundo da Geomensura – Chegou o novo software de pós-processamento Emlid Studio!  Para começar a usá-lo, basta baixar o Emlid Studio para Windows ou macOS e instalar em seu computador.

É totalmente gratuito e funciona com qualquer receptor GNSS.

O Emlid Studio é um aplicativo de desktop multiplataforma projetado especificamente para pós-processamento. Com o Emlid Studio, você pode converter logs brutos para o formato RINEX, pós-processar os dados estáticos e cinemáticos coletados, geotagear fotos aéreas e obter pontos separados do rastreamento de medições – tudo em um só lugar.

Logs para RINEX em um piscar de olhos

O recurso do app Emlid Studio,  Converter para RINEX, converte rapidamente logs de dados brutos para o formato RINEX padrão do setor. Você pode usar logs gravados em UBX, RTCM3 ou versões antigas do formato RINEX. 

A palavra chave aqui é FACILIDADE, em apenas algunas segundos você terá na palma da sua mão todos os arquivos já convertidos.

Para converter seus arquivos, siga apenas três etapas:

  1. Abra a guia Converter em RInex e escolha o arquivo que deseja converter. Ou simplesmente arraste e solte o arquivo da sua pasta. 
  2. Pressione Converter. Após a conversão, você verá o arquivo .21O no gráfico. 
  3. Clique no botão Mostrar arquivos de resultados para mostrar os arquivos convertidos. O Emlid Studio os salva automaticamente na pasta original.
Emlid Studio

Processamento estático: obtenha uma posição precisa de um único ponto

Se você deseja ter uma posição precisa de um único ponto, pode usar o processamento estático. Normalmente, esse fluxo de trabalho é usado para obter as coordenadas de uma estação base local quando você faz um levantamento sem acesso à Internet ou deseja reduzir a linha de base entre sua base e o rover. 

Você precisará de arquivos de observação RINEX do CORS e da base local, e um arquivo de navegação RINEX do CORS ou de sua base local. Se você gravou dados brutos no formato UBX ou obteve correções do serviço NTRIP no formato RTCM3, o Emlid Studio os converterá automaticamente para RINEX.

Para pós-processar os dados coletados, siga estas etapas:

  1. Adicione o arquivo de observação RINEX da base local ao campo Receptor estático . 
  2. Defina a altura da antena pressionando Editar . 
  3. Adicione o arquivo de observação RINEX do CORS ao campo Base . Você verá as coordenadas CORS. 
  4. Adicione o arquivo de navegação RINEX da base local ou do CORS.
  5. Clique em Processo. Você verá a barra de progresso no canto inferior esquerdo.
  6. Quando o processamento estiver concluído, o Emlid Studio mostrará o ponto processado no gráfico.
Emlid Studio

Acompanhe as medições em tempo real com o Processamento Cinemático

Com o processamento cinemático, você pode pós-processar dados brutos coletados sem um link RTK entre a base e o rover e obter um rastreamento preciso das medições.

Você precisará dos arquivos de observação RINEX da base e do rover e do arquivo de navegação RINEX da base ou do rover. Se você gravou dados brutos no formato UBX ou obteve correções do serviço NTRIP no formato RTCM3, o Emlid Studio os converterá automaticamente para RINEX.

Para pós-processar os dados coletados, siga os passos:

  1. Adicione o arquivo de observação rover RINEX e insira a altura da antena.
  2. Adicione o arquivo de observação base RINEX e defina as coordenadas da base. 
  3. Adicione o arquivo de navegação RInex. 
  4. Clique em Processar . Você verá a barra de progresso no canto inferior esquerdo.
  5. Assim que o arquivo POS estiver pronto, o Emlid Studio mostrará o resultado na plotagem.
Emlid Studio

Stop & Go - mais precisão no ReachView 3

O recurso Stop & Go com ReachView 3 permite melhorar as coordenadas dos pontos que foram coletados sem um link de correção em tempo real. Para fazer isso, você precisará de logs de dados brutos gravados em uma base e um rover e um arquivo CSV do aplicativo ReachView 3 .

Primeiro, você precisa pós-processar os arquivos RINEX da base e do rover para obter um arquivo POS – as etapas são as mesmas do fluxo de trabalho de processamento cinemático. Se você já possui o arquivo POS, pode ir direto para a seção Gerando CSV corrigido, onde o arquivo POS e o arquivo de projeto ReachView 3 são usados ​​para calcular a posição precisa de cada ponto.

Para obter coordenadas precisas de pontos separados, siga alguns passos:

  1. Adicione um arquivo PDV.
  2. Adicione um arquivo CSV do ReachView 3. 
  3. Marque a qualidade de dados necessária para escolher as soluções a serem calculadas. Se você deseja obter resultados com precisão de cm, marque Corrigir apenas.
  4. Clique em Processar . O resultado será mostrado no gráfico. 

Como resultado, o Emlid Studio cria uma cópia do arquivo CSV contendo as posições médias que podem ser usadas posteriormente.

Emlid Studio

Imagens de drones Geotageadas em alguns cliques

O recurso de processamento de dados Drone é uma maneira fácil de adicionar geotags aos dados EXIF ​​das imagens do drone. Você precisará de imagens de drones e um arquivo POS com os eventos Para produzir um arquivo POS com os eventos, pós-processe os arquivos RINEX da base e do rover na seção Processamento—as etapas são as mesmas do fluxo de trabalho de processamento cinemático. Se você já possui o arquivo POS com os eventos, pode ignorá-lo e ir direto para a seção Geotagging.

Para georreferenciar suas fotos, siga estas etapas :

  1. Escolha o seu arquivo POS com os timestamps dos eventos (ele é carregado automaticamente se o processamento foi realizado). 
  2. Selecione a pasta que contém as fotos da câmera do drone. O Emlid Studio pode adicionar geotags quando o número de eventos for igual ao número de imagens.
  3. O Emlid Studio cria cópias com geotag de suas fotos em uma nova pasta por padrão. Se você quiser salvar suas fotos originais com geotags, alterne Atualizar fotos originais .
  4. Em seguida, clique no botão Marcar fotos . O processo de geotag será iniciado.
  5. Quando o processamento terminar, você pode clicar em Mostrar arquivos de resultados para verificar as fotos com geotag.

Como você tem as fotos com geotags, você pode continuar criando um mapa em seu software de fotogrametria.

Emlid Studio

Caso você tenha imagens de um drone RTK que foram tiradas na solução Float ou mesmo Single, com o Emlid Studio você pode aumentar a qualidade do levantamento atualizando os dados de suas imagens com coordenadas precisas. Para fazer isso, você precisa de logs RINEX de uma base e drone, um arquivo MRK do drone e um conjunto de imagens. 

Por favor, siga os passos abaixo para pós-processar os dados RINEX de sua base e drone RTK:

  1. Marque a caixa no campo Upload MRK from the RTK drone e adicione o arquivo MRK.
  2. Adicione o arquivo de observação RINEX do drone RTK.
  3. Adicione o arquivo de observação RInex da base. 
  4. Defina as coordenadas de base.
  5. Adicione o arquivo de navegação RINEX da base.
  6. Clique em Processar . Você verá a barra de progresso no canto inferior esquerdo. Assim que o arquivo events.pos estiver pronto, o Emlid Studio irá mostrá-lo no gráfico. O arquivo _event.pos com as posições precisas das fotos será automaticamente adicionado ao campo Timestamps na seção Geotagging.

Para georreferenciar as imagens do seu drone RTK, siga os passos abaixo:

  1. Adicione a pasta que contém as fotos da câmera do drone.
  2. Clique no botão Marcar fotos . O processo de geotag será iniciado. Quando o processamento terminar, você pode clicar em Mostrar arquivos de resultados para ver as fotos com geotag.
Emlid Studio

Depois de ter as imagens atualizadas, você pode prosseguir com a criação de um mapa no software de fotogrametria.

Emlid Studio chegou para simplificar o fluxo de trabalho de PPK para todos usuários de Reachs. Experimente o pós-processamento com o Emlid Studio agora mesmo e sinta-se à vontade para compartilhar sua experiência no Fórum da Comunidade Emlid e nos nossos canais de redes sociais. 

Baixe o Emlid Studio para seu Mac ou PC agora mesmo em:

Baixar para Windows

Baixar para macOS

Reach RS+ – O GNSS mais robusto do Brasil

reach rs+

A Emlid não brinca em serviço com seus GNSS RTK, isto é um fato comprovado. Além de toda tecnologia agregada no seus equipamentos, eles também são de uma aparência de dar inveja na concorrência. 

O Reach RS2 ganhou o coração de todo o Brasil e foi eleito o RTK mais vendido no país nos ultimos anos. Mas para acontecer uma evolução desta magnitude, antes tem que existir uma história. 

E o artigo de hoje, será justamente sobre esta parte não contada: 
O Reach RS+, o predecessor do RS2, o GNSS mais robusto do Brasil, pode até ser um pouco mais antigo. Mas de velho, não tem nada!

Conheça o Reach RS+ e entenda por que a EMLID é líder em qualidade de equipamentos de geomensura desde sempre.

Reach RS+ é casca grossa

No quesito durabilidade, esse vovôzinho é duro na queda. Ele tem uma carcaça com tecnologia IP67 que o torna protegido da água, poeira e queda. E flutua, então você não precisa se preocupar em perdê-lo no meio de um lago ou rio. Além de suportar temperaturas de 20º celsius abaixo de zero até 65ºC positivos.

E tudo isso, pesando apenas 690gr.

E caso você esteja preocupado com o quesito tecnologia, não precisa se preocupar. Pois a EMLID deixou claro que os receptores Reach RS e Reach receberão atualizações de software com melhorias e novos recursos junto com os novos modelos.

Reach RS+

E também, que os receptores continuarão a se comunicar com outras marcas, graças ao uso dos formatos RTCM3 e RINEX, o Reach RS é compatível com os receptores RTK existentes das principais marcas, bem como com redes de referência em todo o mundo. 

Além da conectividade com outras marcas, o Reach RS+ também se comunica com os novos modelos da marca. Os modelos RS e RS+ são totalmente interoperáveis. Você pode ter uma frota de dispositivos mistos e usá-los em qualquer combinação que precisar.

Experiência, que só o RS+ pode lhe entrega

Com o Reach RS, você pode criar projetos de pesquisa para gerenciar a coleta de dados. Ao trabalhar no campo, cada ponto recebe um nome e um deslocamento personalizados. Os resultados podem ser baixados da lista de projetos.

Com uma precisão de menos de 1 cm a mais de 8 quilometros de distância, o GNSS Reach RS+ consegue bater de frente com qualquer RTK da nova geração. 

O Reach RS+ trabalha com todos os modelos de CAD e leitores de dados de geomensura do mercado, entre eles DXF, CSV, GeoJSON e Shapefile ESRI.

Use o Reach RS para configurar sua própria estação base e transmita correções através da rede via NTRIP / TCP ou rádio LoRa. Registrando logs de base para pós-processamento.

RS+

E caso você esteja preocupado que seja muita coisa para conectar antes de enfim entrar em campo, você está errado.

O Reachs RS+, assim como seu sucessor, já pode sair trabalhando assim que você retirar ele do estojo. Graças a sua interface e softwares nativos, ele dispensa a compra de outros programas para você poder iniciar seu trabalho. 

Basta acessar seu RTK via Ip, ou então baixar o app Reach View 2 / 3 no seu smartphone nas lojas de aplicativos da marca do seu aparelho.

QUER ENTRAR NO MUNDO DA EMLID?

Clique abaixo e seja também um líder no mercado da Geomensura

COMO DEFINIR O REACH RS2 COMO ESTAÇÃO BASE PARA O DRONE DJI PHANTOM 4 RTK

Agora você pode aproveitar totalmente as vantagens do mapeamento RTK, utilizando o Phantom 4 RTK com Reach RS2 atuando como uma estação base.

 

Phantom 4 RTK recebendo correções do Reach RS2. Fonte: Emlid
Phantom 4 RTK recebendo correções do Reach RS2. Fonte: Emlid

 

Para começar, será necessário acesso à internet em ambos os dispositivos e conta NTRIP (Networked Transport of RTCM via Internet Protocol) Caster, utilizando o Emlid Caster.
O acesso à internet pode ser feito através do uso de um chip com tecnologia GSM (Global System for Mobile Communications), o cartão SIM (Subscriber Identity Module).
Para orientações de uso do cartão SIM no RS2, acesse:
https://docs.emlid.com/reachrs2/quickstart/enabling-cellular-modem/.

 

Primeiros passos

Inicialmente é preciso criar um Mount Point (“ponto de montagem”) NTRIP.
Para utilização do Emlid Caster, faça o cadastro no site: https://emlid.com/br/ntripcaster/
Clique no link de login e você será solicitado a fazer login ou se inscrever.

 


Acesso ao Emlid Caster. Fonte: Emlid.

 

Quando estiver conectado, você verá as informações do Mount Point para ambos:
base e drone (rover).

 


Exemplo de credenciais NTRIP. Fonte: Emlid.

 

De posse das informações NTRIP, podemos configurar o RS2 como uma estação
base para transmitir a correção no Emlid Caster.

 

Configurando o Reach RS2

Com o RS2 instalado como base, conecte-se a ele pelo aplicativo ReachView.
Verifique se você tem conexão à internet em seu Reach.
Nas configurações do receptor, acesse a aba ‘Correction output’ e insira as informações NTRIP. Aqui entraram as informações de Mount Point para a base.

 


Área de configuração das credenciais NTRIP no ReachView. Fonte: Emlid.

 

A partir desse momento, o Reach começa a transmitir a correção no Emlid Caster.
Agora, tudo que você precisa fazer é conectar seu drone Phantom 4 RTK ao mesmo Mount Point, para receber as correções.

Configurando DJI Phantom 4 RTK

  • Abra o DJI GS RTK
  • Selecione o menu Plan ou Fly. Se você escolher Plan, selecione um método de planejamento
  • Abra as configurações tocando no botão de 3 pontos no canto superior direito
  • Vá para a guia Configurações RTK
  • Em RTK Service Type, escolha Custom network RTK e preencha o formulário de credenciais NTRIP

Credenciais NTRIP para o rover. Fonte: DJI / Emlid.
  • Toque no botão Conectar. O “Network RTK server connection bem-sucedida” aparecerá:

Conectado. Fonte: DJI / Emlid.

Base conectada com sucesso!

 


Coordenadas e status. Fonte: DJI / Emlid.

 

Como resultado, você verá as coordenadas da estação base e o status atualizado da
solução.

Pronto! Seu Phantom 4 RTK está pronto para o mapeamento.

Emlid Reach RS2 alcança 8km com rádio interno

Tempo de leitura: 6 minutos

A equipe técnica da Guandalini Posicionamento realizou um teste de alcance utilizando o rádio interno do Emlid Reach RS2, que é um rádio de nova concepção, de baixo consumo de bateria e frequência diferente dos demais rádios do mercado.

Com o Reach RS2 você alcançará longas distâncias com um equipamento robusto, leve (950g) e a prova d’água e poeira (IP 67). O rádio LoRa interno do Reach RS2, alcançou 8 km de linha de base!  Para entender a disposição da base e rover, realizamos o teste KML na cidade de Inconfidentes, MG, região montanhosa, e mesmo assim, foi possível alcançar os 8 km.

Ambos receptores utilizavam apenas o rádio interno, cuja potência é de 100 mW, a antena utilizada foi a que acompanha o equipamento, ou seja, qualquer pessoa que adquirir duas unidades do Reach RS2 consegue reproduzir o teste, sem necessidade de nenhum rádio ou antena especial.

Conheça o receptor Reach RS2 da marca EMLID, um receptor que possui uma tecnologia inovadora, de fácil utilização. Chega de rádio externo, cabos e coletoras caras e ultrapassadas, com apenas um celular na palma da mão e o aplicativo ReachView 3 disponível gratuitamente para android e IOS, pelo Wi-Fi, configure, crie obras, colete e implante seus pontos de maneira simples e rápida.

O Reach RS2 é composto por uma placa GNSS multifrequência (L1/L2/L5), multiconstelação (GPS, GLONASS, Galileo, BeiDou e QZSS). Possui uma incrível bateria interna, com autonomia de até 22 horas no modo pós e 16 horas em RTK.

Colete arquivos brutos diretamente no formato RINEX (5Hz – 10Hz), para realização de transportes e pós processamento de pontos. Usufrua da possibilidade de trabalhar com o seu receptor no modo NTRIP, conectando a redes geodésicas e obtendo solução fixa com alta precisão em longas linhas de base.

Acesse o receptor de maneira simples e fácil via Wi-Fi. Usufrua do aplicativo da própria EMLID, disponível gratuitamente. Com este aplicativo intuitivo e de fácil configuração, trabalhe sem maiores dores de cabeça. Colete e implante os seus projetos de maneira simples e fácil.

 

 

 

 

Levantamento Batimétrico com Reach RS+: Lago Marine Creek, Texas

Tempo de Leitura: 6 minutos.

Hoje em dia a batimetria de alta precisão é possível graças às tecnologias GNSS. Não há maneira mais simples de descobrir o que está embaixo d’água ou como é o relevo submarino sem utilizar métodos que não integram informações de posicionamento acurados em conjunto a outros sensores. A SimpleUnmanned, uma empresa localizada em Kerens, Texas, realizou pesquisas no lago Marine Creek para descobrir a profundidade do lago em toda a sua extensão.

Homem ao lado de lago

Descrição gerada automaticamente

Figura 1: Willis Maxson, da SimpleUnmanned.

A equipe tinha duas partes do lago para explorar, ambas com a utilização da técnica PPK, com um receptor Reach RS+ embarcado em um veículo não tripulado, controlado remotamente. Uma parte foi levantada usando como base o Reach RS+ que estava no local e a segunda parte usou dados da base do CORS1 mais próxima do local para pós-processar os resultados.

1: CORS (Continuously Operating Reference Stations, em português Estações de referência em operação contínua) é um serviço similar, no Brasil, à RBMC do IBGE ou ao CEGAT. É uma rede que fornece dados GNSS de estações espalhadas pelo território norte-americano em tempo integral.

Preparação para as missões

Para esta missão, as equipes utilizaram:

  1. Duas unidades Reach RS+: uma como base e outra como rover móvel;
  2. Um veículo de superfície não tripulado (UAV) – um barco para montar o receptor;
  3. Um sistema de sonar instalado no barco para coletar dados sobre a profundidade; e
  4. Uma estação CORS próxima para obter os dados para pós-processamento.

Figura 2: Imagem dinâmica do Reach RS+ acoplado ao veículo não tripulado.

Parte I: Levantamento PPK com o Reach RS+ de base

O primeiro passo é planejar a missão autônoma do barco. O barco com o receptor Reach RS+ embarcado segue a rota planejada e registra os dados para pós-processamento cinemático. Ao explorar a primeira parte do lago, a equipe usou uma segunda unidade Reach RS+ como base. Ele foi colocado na costa registrando dados brutos para realização posterior do processamento.

Figura 3: Passos de execução do projeto.

Os dados de posição do receptor Reach RS+ foram, posteriormente, mesclados com os dados de profundidade do sonar. Usando os dois conjuntos de dados, a equipe criou um mapa de profundidade do lago. Com o Reach RS+, a SimpleUnmanned conseguiu atingir uma precisão de levantamento de nível centimétrico.

Parte II: Levantamento PPK com a base do CORS

O fluxo de trabalho era praticamente o mesmo da primeira parte. No entanto, a equipe optou por usar dados da base CORS próxima ao local. Esta base estava situada a poucos quilômetros do local de levantamento.

O veículo com o receptor Reach RS+ embarcado seguiu o roteiro planejado. Os dados do receptor foram posteriormente processados ​​juntamente com os dados da base CORS. A correção permaneceu fixa durante toda a missão.

Figura 4: Resultado da parte II, utilizando como base a estação da CORS.

Não há necessidade de integrar o Reach RS+ ao sistema do barco quando se trabalha no modo PPK. No entanto, a equipe teve que ficar atenta aos dados do sonar, para ter certeza de que estavam em conformidade com os dados de posicionamento do receptor GNSS.

Receptores Reach para batimetria

Tanto o Reach RS+ quanto o Reach RS2 estão equipados para trabalhar na água. Eles são à prova d’água e se encaixam perfeitamente em levantamentos de superfície de lagos ou rios. Os receptores obtêm a precisão de até um centímetro, recebendo as correções via protocolo de rádio LoRA ou via protocolo NTRIP.

Se o problema for espaço ou o peso dos receptores, os módulos M+ ou M2 podem solucioná-lo. Eles funcionam exatamente como os receptores e com a sua precisão, com a diferença de poder posicionar a antena separada do módulo GNSS, gerando novas possibilidades de montagem de seu veículo não tripulado.
O aplicativo ReachView 3 está disponível gratuitamente para iOS e Android. Saiba mais e escolha seu receptor Reach para levantamentos!

Postado originalmente em: https://emlid.com/br/performing-rtk-ppk-bathymetric-surveys-reach-rs/

Kits PPK1 x PPK2

Tempo de leitura: 4 minutos.

Tempo de leitura: 6 minutos.

Neste vídeo abordamos algumas características dos kits PPK1 e PPK2. O PPK é um método de posicionamento por satélites, relativo pós-processado. Portanto, devemos estar atentos a estação de referência; estação base que servirá de referência para o pós processamento. 

A utilização na estação base de receptores simples frequência, trarão precisões diferentes quando comparado a utilização de receptores multi-frequência, com mesmo tempo de rastreio. Como ilustração: se tivermos que fazer o levantamento de uma área dividindo em três diferentes voos, realizando assim o transporte da base, a utilização de um receptor L1, simples frequência, pode gerar diferenças devido às precisões que vimos anteriormente. Num comparativo, podemos entender então que a mesma situação, agora utilizando um receptor L1/L2, multifrequência, ao ajustarmos os processamentos encontraremos melhores precisões. 

Uma característica dos kit PPK refere-se a placa GNSS instalada em cada um deles. O kit PPK1 possui a placa Emild Reach M+, enquanto o PPK 2 possui a placa Emild Reach M2. A placa M+ é simples frequência, rastreia sinais GPS, Glonass, Beidou, Galileo, possui 72 canais e uma memória interna de 8GB. Já a placa M2 é uma placa multi-frequência, rastreia sinais GPS, Glonass, Beidou, Galileo, possui 184 canais e 16 GB de memória interna. Ainda com relação a nossa estação base é importante para melhor performance do PPK 2 a utilização de um receptor L1/L2, em especial que rastreie o código L2C, da constelação GPS. Hoje em dia muitos receptores já fazem o rastreio desse sinal, porém, é importante a confirmação junto ao fabricante. 

Temos então algumas diferenças, como a frequência dos kits; a quantidade de canais, o PPK2 possui uma maior quantidade de canais gerando assim um maior volume de dados; a relação com o receptor utilizado como base; a diferença de memória interna entre cada um dos kits e temos também diferenças entre distância de linha de base e tempo para solução de ambiguidade. O kit PPK1 alcança uma linha de base de aproximadamente 20 Km enquanto o PPK2 uma linha de base de 100 Km. O tempo de solução de ambiguidades após inicialização do PPK1 é de 3 a 5 minutos enquanto o PPK2 de 1 a 2 minutos. 

Temos algumas composições que podem ser feitas. A utilização de uma base L1 com PPK1 ou uma base L1/L2 com PPK1; temos também a utilização de base L1 com PPK2 ou a utilização de base L1/L2 com o PPK2. Podemos observar as seguintes características com essas composições. Teremos uma melhor solução de ambiguidades na utilização de uma base L1/L2 com kit PPK2. Teremos também, com relação ao tempo de inicialização, algumas observações, diferenças entre as composições. Há um menor tempo de inicialização para a composição de base L1/L2 com o PPK2. 

O transporte da base é melhor realizado com uma base L1/L2. E com relação a linha de base a combinação do kit PPK2 com uma base L1/L2 garante um maior alcance. Por fim, uma importante característica a ser observada, são as configurações das câmeras utilizadas pelos drones. Os kits PPK Guandalini estão disponíveis para Phantom 4 Advanced e PRO, Mavic 2 PRO e Matrice 200/210. 

Essas questões refletem na precisão do posicionamento nas imagens, uma vez que câmeras do tipo Rolling shutter fazem a captação da imagem em fileiras gerando assim, um efeito de arrasto, enquanto a Global shutter faz uma captação única.

Vantagem do levantamento usando Drone equipado com PPK

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Redução de pontos de controle, este é o conceito que deve vir em mente quando se pretende utilizar a técnica de posicionamento relativo PPK (Post-processing kinematic) para aerolevantamentos utilizando drones. A técnica vem sendo um grande avanço em se tratando principalmente de aerolevantamentos de pequeno porte. Desde o surgimento da aerofotogrametria, a necessidade de pontos de controle sempre esteve presente, sendo de suma importância para a obtenção de um produto preciso e de qualidade.

Implantar pontos de controle não é uma tarefa fácil, ela exige todo um estudo prévio, além da necessidade posteriori de ir a campo, em locais que nem sempre são de fácil acesso ou que possua algum risco, seja por questões ambientais ou sociais, como matas, encostas, aterros sanitários, minas a céu aberto, ou comunidades que possuem um alto índice de criminalidade. Essa etapa de implantar os alvos introduz ao projeto um grande aumento de tempo na execução do levantamento, além claro, de aumentar muito os custos, uma vez que se faz necessário deslocar uma equipe para percorrer todo o terreno implantando e medindo os alvos, além da demora para entregar ao cliente o produto final.

Com o advento do PPK, a necessidade por um grande número de pontos de controle não se faz mais necessário, uma vez que a técnica permite obter as coordenadas precisa do centro de cada foto no exato momento de sua obtenção, introduzindo assim um novo conceito na aquisição de produtos aerofotogramétricos de alto precisão.

Assim sendo, a grande redução dos pontos de controle, diminuí muito o tempo para execução do levantamento aerofotogramétrico, uma vez que a etapa de percorrer o terreno implantando pontos é diminuída, se não eliminada, logo, como no linguajar popular, tempo é dinheiro, ou seja, a execução do levantamento será mais rápida, o que acarreta em uma entrega do serviço em um tempo menor, além da diminuição de gastos com equipes de campo.

A Guandalini Posicionamento, representante oficial da marca Emlid no Brasil, vendo esse mercado, não perdeu tempo, junto de sua equipe de engenharia, desenvolveu os KIT PPK 1 monofrequência (L1) e PPK2 multifrequência (L1/L2C), equipados com as placas receptoras GNSS Reach M+ e Reach M2 respectivamente, para os drones da fabricante DJI, modelos Phantom 4 ADV/PRO, Mavic 2 Pro e Matrice 200/210 e o software de pós-processamento e geotagging GPPK.

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